segunda-feira, 25 de maio de 2009

Copiando Harry Potter - O Homem invisível

Cientistas fazem objetos desaparecer. E querem mais
O que você faria se pudesse ficar invisível? Vá pensando, porque isso pode acontecer logo. Cientistas da Universidade Duke, nos EUA, fizeram um objeto sumir da tela de um radar no laboratório. E mais: indicaram que, com a mesma técnica e um pouco mais de tecnologia, poderiam torná-lo invisível para os nossos olhos também. O segredo é cobrir o objeto com um manto especial, revestido de milhares de pecinhas de cobre, tipo um chip de computador. Esse manto tem o poder de desviar as ondas de radar que passam por ele. Sabe quando tem uma pedra no meio do rio? Então: a água contorna o obstáculo e segue o caminho dela. O manto, no caso, faz com que ondas eletromagnéticas (como as de radar e as de luz) se comportem igual à água. Quer dizer: se você vestisse a coisa, essas ondas passariam por você como se tivessem atravessado um espaço vazio (veja no quadro). E pluft: você fica 100% invisível. Por enquanto, a técnica só funciona com ondas de radar por um motivo simples: as pecinhas de cobre do manto têm de ser menores que as ondas para tudo funcionar. Como as de radar têm 3 centímetros de comprimento, é só fazer peças nessa escala. Já as ondas de luz visível são menores que 1 milésimo de milímetro. Desse jeito, as peças teriam de ser nanométricas (quase tão pequenas quanto átomos). E esses componentes não existem. Mas o físico David Smith, líder do time, está confiante. “Com os avanços tremendos da nanotecnologia, isso deixará de ser problema”, disse à super.

Ser humano na jaula

 

O Zoológico de Londres mostra, durante este final de semana, o animal mais destrutivo do mundo. Na foto, ele parece inofensivo, mas, em seu dia-a-dia, degrada florestas, polui ar, água e solo, mata outros animais não apenas para saciar sua fome, mas por diversão ou para suprir seu consumismo exacerbado e massacra – sem dó – outros indivíduos de sua própria espécie.
Se a descrição lhe parece semelhante, definitivamente não se trata de mera coincidência. O zoológico vai exibir um ser humano, vivendo em seu habitat natural – um espaço com móveis, roupas e livros e uma área externa. O exemplar da espécie, Paul Hutton, um funcionário do zoo, será alimentado com dieta balanceada e receberá estímulos diários para manter sua saúde física e mental.
Os visitantes vão poder ver de perto como os seres humanos realizam suas atividades e matam o próprio tempo e, principalmente, entender quais os impactos geramos sobre o planeta.
Matéria retirada da revista Superinteressante

Fernando Pessoa

Ai que prazer / Não cumprir um dever

Fernando Pessoa

(retirado do blog daliteratura.blogspot.com)

terça-feira, 19 de maio de 2009

New Moon

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domingo, 17 de maio de 2009

Alegria!

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A Loucura (autoria: desconhecida)

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após tomarem o café, a Loucura propôs: - Vamos brincar de esconde-esconde?
O que é isso? Perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira em que eu conto até cem e vou procurar.
O primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
1, 2, 3..., a Loucura começou a contar. A Pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa da árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim; já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver a Loucura que já estava no noventa e nove, cem...Gritou a Loucura:
-Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade já que não agüentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima do muro, sem saber em qual dos lados se esconderia melhor.
E assim foram aparecendo, a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos,
A Curiosidade, perguntou:
-Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, e de repente ouviu um grito.
Era o Amor, gritando por ter furados os olhos com o espinho.
A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu servi-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje...
“O Amor é cego, e a Loucura sempre o acompanha”.

Natureza... só!

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