quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009

 

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De coração, desejo a todos que 2009 traga paz, alegria, saúde, felicidade, enfim, tudo que almejamos e que com certeza merecemos.

Ângela

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Postado por Luciano Trigo em 10 de Novembro de 2008 às 21:11

Entrevista: Martha Medeiros

Em Doidas e santas, a escritora gaúcha faz a crônica da nova desordem amorosa

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Há várias semanas nas listas de livros mais vendidos de todo o país, Doidas e santas (L&PM, 232 pgs. R$31) reúne cem crônicas da gaúcha Martha Medeiros, cronista, poeta e romancista que vem conquistando uma legião cada vez maior de leitores (e sobretudo leitoras) com textos que abordam diferentes questões da vida contemporânea. Amor, maternidade, sexo, família, casamento e as neuroses da vida urbana são alguns dos temas abordados no livro, que mapeia a mutante ordem afetiva em que vivemos.

G1: Ao longo de sua vida, você foi mais doida ou santa? E no momento atual?

MARTHA MEDEIROS: São dois adjetivos fortes e muito antagônicos. Acho que sempre fui mais santa, no sentido de não ser rebelde, de seguir certas regras, de não virar muitas mesas. De algum tempo para cá, estou virando algumas, todas particulares e sem fazer muito estardalhaço. Não chego a ser uma doida graduada, mas aprendi a respeitar minhas pequenas loucuras secretas.

G1: A crônica que dá título ao seu novo livro foi inspirado num verso de Adélia Prado: “Estou no começo do meu desespero/ e só vejo dois caminhos:/ ou viro doida ou santa”. Você acha que a mulher brasileira contemporânea realmente vive esse dilema?

MARTHA: Não tive a pretensão de retratar a mulher brasileira contemporânea. Essa crônica fala genericamente das escolhas que uma mulher madura faz: ou ela segue tentando satisfazer seus desejos ou interrompe as buscas. Costuma-se dizer que uma mulher de certa idade que ainda almeja paixões é uma doida, as santas serenizam. Na minha opinião, essas santas é que são loucas.

G1: Lá pelas tantas você escreve: “Toda mulher é doida. Eu só conheço mulher louca”. Se um homem escrevesse isso, talvez fosse apedrejado… Seus leitores às vezes reagem mal ao que você escreve? Em que medida o retorno que eles dão afeta a sua escrita?

MARTHA: Nenhum homem seria apedrejado se escrevesse isso, a não ser por mulheres muito mal humoradas, porque está na cara que ser “louca”, no sentido em que uso, é um elogio a todas nós. É a loucura do eterno questionamento, de não se contentar com o que parece definitivo, de possuir inúmeras vontades, mesmo contraditórias: casar e não casar, ter filhos e não ter filhos… É a loucura sadia de querer se conhecer profundamente, já que não muito tempo atrás nosso papel era muito definido e inquestionável. Antes éramos mulheres privadas, agora somos públicas. Ainda estamos em estado de excitação: falamos demais, gesticulamos demais, queremos demais, amamos demais. Somos ainda bastante superlativas. Quanto ao retorno dos leitores, é estimulante, mas não muda o caráter da minha escrita. Aceito críticas bem argumentadas e que são feitas com educação, e deleto as grosserias, mas na maior parte do tempo recebo elogios, pAra minha sorte. De qualquer forma, não há como alterar o
jeito de escrever em função de uma reação ou outra: eu faço o que sei fazer, não conheço outro jeito.

G1: Você está entre os escritores mais reproduzidos Na Internet. Como enxerga a crescente “virtualização” da vida, dos relacionamentos, da comunicação entre as pessoas?

MARTHA: Duas coisas: a reprodução dos meus textos pela Internet, apesar de me
divulgar, me incomoda barbaramente. Eu me daria por satisfeita em ser lida nos jornais e nos livros – o que já é bom demais. Na Internet, perco o controle do meu trabalho. Meus textos ganham enxertos, ganham cortes, ganham novas autorias, vêm acompanhados de músicas que não são do meu gosto, de ilustrações que não acrescentam nada, enfim, me sinto violada, apesar de entender que nada posso fazer quanto a isso, e que há uma generosidade do leitor por trás dessa propagação do meu trabalho. Me rendo. Quanto à virtualização da vida, ninguém nos obriga a isso, é uma opção nossa. A comunicação por e-mail é facilitadora, dinamiza as relações. Já expor a vida no Orkut me parece pura vaidade. Mas ela é explicável neste mundo onde você só “existe” se tiver uma vasta platéia. Ninguém mais está interessado em existir apenas para si mesmo.

G1: E como analisa esse impulso à exposição da intimidade, que fica explícita nas redes sociais, mas também em programas de televisão e mesmo no dia-a-dia, nas conversas cotidianas? A que atribui isso?

MARTHA: Acho que é isso: vaidade e solidão. Estamos vivendo uma época em que
todos sentem necessidade de “aparecer” para comprovar sua existência. Claro que isso não acontece com todo mundo, mas me parece que esse universo espetaculoso que a gente vê nas revistas e na televisão está gerando muitos complexos de inferioridade por aí, e a gente sabe que quanto mais inferior a pessoa se sente, mas necessidade tem de se exibir, de se expor, de ser arrogante.

G1: Várias crônicas suas falam sobre o casamento e a relação a dois. Você acha que o casamento e a família estão em crise? Que futuro você enxerga para essas duas instituições numa sociedade em que todos os laços parecem cada vez mais instáveis e frágeis?

MARTHA: Eu creio que todo mundo segue almejando uma relação estável, uma
relação de amor. Falta aceitar que o “pra sempre” não existe mais, porque temos mais oportunidades e mais longevidade, e isso dinamiza a vida. Se aceitarmos que não é nenhum fiasco vivenciar, ao longo da vida, duas ou três relações estáveis – sem contar as provisórias, contingentes, como dizia Simone de Beauvoir – ninguém mais falará em fracasso ou crise. Se observarmos bem, já estamos vivendo essa realidade. Falta aceitá-la como padrão de normalidade.

G1: Encontrar a felicidade amorosa virou quase uma obrigação muito pesada, especialmente para as mulheres. Vivemos uma fase de desespero afetivo, em que as pessoas buscam o amor a qualquer preço?

MARTHA: A qualquer preço, nem todos. Buscar a felicidade amorosa sempre foi
um objetivo do ser humano. Algumas pessoas realmente se desesperam e se jogam em qualquer oportunidade de contato, mas quem somos nós para julgar? E se esse preço não for caro pra elas? Outras aceitam a idéia de viverem sozinhas, até que surja alguém em quem valha a pena investir. Acho que a patrulha era até pior antes: se você não fosse casado, era uma solteirona recalcada (nós) ou playboys indignos de confiança (vocês). Uma enorme pressão. Hoje as pessoas já não cobram tanto se você é solteiro ou casado, ainda que a sociedade sempre receba com mais alegria os “pares” do que os “ímpares”.

G1: Lutas de décadas passadas, especialmente das mulheres, são hoje conquistas
consolidadas. Mas existe um clima de insatisfação permanente no ar, ou não? Você acha que as pessoas estão mais felizes na nova ordem em que vivemos, de “fast relationships”?

MARTHA: Acho que a insatisfação feminina está mais relacionada à quantidade
de responsabilidades que ela tem assumido. Parece que é preciso ser super-mulher para provar que a revolução feminista vingou. Vejo certas capas de revistas, e parecemos todas biônicas, infladas, poderosas. Creio que é o momento de buscar um equilíbrio nas tarefas e não se importar muito com o que a sociedade espera de nós. Quanto às fast relationships, eu sei que é isso que rola, mas fica difícil eu comentar sobre algo que não tenho testemunhado in loco. Ao menos nos circuitos que eu freqüento – bastante  caseiros, reconheço – ninguém está se sentindo condenado a essa brevidade: tem muita gente aí a fim de investir numa relação, de não ficar trocando de par a cada semana. O que as revistas mostram, a vida das celebridades, não pode ser analisada como padrão de comportamento.

G1: O fato de ser gaúcha ajuda você a ter uma percepção diferente das coisas? A sociedade gaúcha é mais machista e conservadora que a do eixo Rio-São Paulo? Ou isso é um preconceito?

MARTHA: Não sei se o meu trabalho seria diferente no caso de eu ter nascido no
Rio de Janeiro ou em São Paulo. Se eu tivesse nascido de outro pai e outra mãe, aí sim: seria uma pessoa diferente. Mas minha influência cultural não vem apenas de costumes regionais: vem dos livros, do cinema, das viagens, de idéias que extrapolam fronteiras. O Rio Grande do Sul tem uma tradição machista, mas ao mesmo tempo foi o primeiro estado a apoiar a união entre homossexuais. É um estado conservador e, ao mesmo tempo, foi o primeiro a dar suporte ao PT, quando este ainda era um partido totalmente alinhado com uma esquerda dita revolucionária. Então prefiro não me amparar em estereótipos. Acho que temos uma queda por rótulos, o que reduz a visão do todo.

G1: A sua experiência na publicidade afetou de alguma maneira a sua escrita, no sentido de ter ensinado a “seduzir” o leitor?

MARTHA: Sem dúvida. O texto publicitário quer persuadir, antes de tudo. Trabalhei cerca de 14 anos nessa área e certamente trouxe alguns cacoetes para a crônica, só que meu universo agora não é mais o de compra e venda de produtos, e sim o da permuta de idéias, do compartilhamento de reflexões. Ainda assim, reconheço que meu texto procura  “ganhar” o leitor através de uma comunicabilidade amparada no humor e no coloquialismo, e isso tem a ver com a propaganda. Meu texto não é indiferente em relação a quem o lê.

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LEIA TAMBÉM, da mesma autora:

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Gatos, ratos e homens - Postado por Luciano Trigo em 16 de Novembro de 2008 às 15:29

Firmin e Dewey combinam com êxito dois filões do mercado editorial: livros sobre livros e livros sobre bichos

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Uma tendência recente do mercado editorial são os romances que tematizam a própria paixão pela leitura e pela literatura - e assim cativam duplamente os leitores, que se reconhecem nos textos como sujeitos da mesma paixão. Basta pensar no sucesso de A menina que roubava livros, de Markus Zusak, ou nos recentemente lançados O segredo das coisas perdidas, de Sherida Hay, e As memórias do livro, de Geraldine Brooks. Outra tendência é a dos protagonistas animais – como o cachorro de Marley e eu, de John Grogan, e seus sucedâneos, como o cão-soldado de De Bagdá com muito amor. Firmin (Planeta, 248 pgs. R$37,50), de Sam Savage, junta os dois filões, fazendo de um rato um leitor inveterado - e protagonista de uma história saborosa. Vivendo aventuras alheias, ele se vê transportado para uma tarde chuvosa em Paris, num poema de Verlaine, ou para uma Londres dominada pela peste, no famoso diário de Daniel Defoe, em viagens da imaginação.

Firmin cresceu no porão de uma livraria de Boston, dos anos 60, e logo percebeu que valia mais a pena ler do que roer as páginas de Cervantes ou James Joyce – que passou a devorar de outra maneira. O estranho hábito o faz ser marginalizado pela família. Mas, apesar de ser visto por seus colegas roedores como “ridículo, mentiroso, charlatão e pervertido”, Firmin é na verdade uma alma pura, que busca na leitura dos clássicos – e também nos filmes antigos, aos quais assiste num cinema do bairro, principalmente os musicais de Fred Astaire – um consolo para a sua solidão. Seus heróis são o livreiro e um escritor fracassado que freqüenta a loja, ameaçada de demolição. Ele tenta desesperadamente se comunicar com os dois, empreendimento condenado ao fracasso.

clip_image003Firmin é o romance de estréia de Savage, que já trabalhou como mecânico, carpinteiro, gráfico e comerciante. Seu texto mantém um equilíbrio delicado e difícil entre o humor e a melancolia, entre o tom fabular e a digressão filosófica, que se reflete nas ilustrações de Fernando Krahn. Meio vagabundo, meio pensador, o solitário e sensível rato-narrador intercala, com o relato de seus pequenos dramas pessoais (ou “ratuais”), reflexões sobre a mortalidade e o sentido da vida – uma questão ainda mais urgente e aflitiva para os ratos, pois suas vidas costumam ser mais breves e mais atribuladas que as nossas.

Dewey, um gato entre livros, de Vicki Myron (Globo, 272 pgs. R$24,90), que está há várias semanas nas listas de mais vendidos, conta a história real de um gato que mudou a rotina de uma pacata cidade americana, ao freqüentar sua Biblioteca Pública. A autora é a bibliotecária Vicki Myron, a primeira a se deparar com o bichano. Ela mostra como Dewey levou alegria, amor e vida à população, outrora apática, de Spencer. Já deu para perceber que Dewey é bem menos profundo que Firmin, apelando mais diretamente aos leitores que amam animais, mais que os livros.

Por exemplo, Dewey, num determinado momento, olha cada pessoa nos olhos, ronronando com gratidão: “Era como se ele quisesse agradecer pessoalmente a todos que conhecia por salvar-lhe a vida”, escreve a autora. “Quando Dewey chegou, era inverno e parecia que a nossa cidade estava triste. Mas, com o passar do tempo percebemos que a cidade se encheu de alegria e que Dewey inspirou até o progresso da cidade”. Mas  Dewey logo provoca uma polêmica, que divide os 10 mil habitantes do vilarejo. Muitos afirmavam que a presença do gato era prejudicial à saúde, enquanto outros defendiam sua permanência na biblioteca. Mas todos acabam se rendendo ao charme e ao carisma do felino - até mesmo o menino alérgico que mal podia se aproximar dele.

Com estilos variados e diferentes graus de ambição, Firmin e Dewey celebram o poder dos livros e da literatura de transformar a vida das pessoas. Seus personagens são espelhos do potencial e dos limites de cada leitor. Mais do que sobre gatos e ratos, falam, portanto, sobre seres humanos - e talvez esteja aí a verdadeira razão de seu sucesso

Crepúsculo - um bom programa de cinema para o domingo com a família.

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O filme Crepúsculo consegue prender a atenção do espectador do começo até o fim. Inegavelmente é um filme bem resolvido em vários aspectos, tem uma historinha que não desagrada, tem um elenco (muito, mas muito mesmo) bonito e que não pisa na bola nas cenas mais fáceis e nas mais difíceis,  plasticamente é muito agradável, não assusta quanto aos vampiros (que são vegetarianos), o que deve ser de propósito, pois é um filme para o público juvenil, tem o ponto certo de amor entre os protagonistas, o belo Edward e a bela Isabella, tem muita ação, quando os efeitos especiais conseguem sustentar a parte fantástica da história, e promete muito mais emoção em suas continuações, o que fica claro ao não esgotar a história de Edward e Bella.

Confesso que gostei mais do filme do que do livro, acho que os roteiristas conseguiram apresentar a história de forma mais interessante do que a escritora.

Não estou avaliando o livro como ruim, mais inegavelmente o filme se resolve melhor, talvez porque a história não tenha tanto o que chame a atenção (é apenas uma "historinha...") e então as duas horas do filme bastam para esgotar o assunto.

Mas tenho que ser sincera em um ponto, as imagens do filme são tão bem trabalhadas, os atores são tão bonitos, as paisagens tão interessantes, que se fica com pena quando o filme acaba, só para se ficar vendo por mais tempo tanta beleza plástica.

Então, um "viva" para a forma como o cinema aproveitou a história de Crepúsculo, que não é tão boa assim, mas que bem trabalhada, deixa todos com jeito de "quero mais"... 

domingo, 21 de dezembro de 2008

Resenha do livro "Crepúsculo", retirada do site UOL

 

· Um ano repleto de novidades espera Bella Swan quando ela se muda para a cidade de Forks, no estado norte-americano de Washington, para morar com seu pai, separado há anos de sua mãe. Além de uma escola nova, amigos diferentes e o tempo nublado e frio que ela particularmente abomina, a garota mal imagina que vá conhecer seu primeiro grande amor, Edward Cullen. Nada demais, certo? Exceto, talvez, pelo fato de com o tempo ela descobrir que o maravilhoso garoto de 17 anos por quem ela perde o fôlego é um vampiro há mais de um século. Essa é a trama principal de "Crepúsculo", primeiro dos quatro livros escritos pela autora Stephanie Meyer.

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Edward e Bella no pôster do filme, que chega aos cinemas no final de 2008

· Cullen, assim como sua família - o vampiro que o criou, sua companheira e seus 'irmãos', acreditam numa dieta em que não é necessário se alimentar de sangue humano (eles costumam caçar ursos para saciarem a fome). Melhor para Bella, que além de ser desastrada e meio atrapalhada tem entre seus atributos o cheiro mais doce que já passou por Forks.
O primeiro contato do casal é tão tenso que a garota passa a ter certeza de que Edward a odeia. Com o tempo, porém, ela vai descobrir não apenas que o vampiro corresponde seus sentimentos como também que ele se controla para não perder o controle e mordê-la. Mas esse vai ser o menor dos problemas de Bella durante a trama.
Mitologia de vampiros
Meyer se preocupa em dar explicações plausíveis aos leitores sobre os hábitos dos Cullen. Até mesmo a chegada de Carlisle, o patriarca, à região, é comentada, juntamente com o pacto feito com a tribo de Billy, grande amigo do pai de Bella, muitos anos antes.
A autora também justifica a riqueza da família e procura mostrar o grande dilema da natureza dos personagens contra a dieta escolhida por eles, assim como as conseqüências da decisão.
Romance de estréia
Este é o primeiro livro de Meyer, que cria uma personagem feminina adorável e madura para a sua idade, assim como um vampiro por quem é impossível não suspirar. Com toques de suspense e de humor, as 390 páginas do livro passam num instante. A publicação traz também o primeiro capítulo de "Lua Nova", seqüência da trama, que já começa de uma forma que é impossível não torcer para que a continuação, que deve ser publicada em outubro deste ano, chegue logo.
"Eclipse" e "Breakdown" são os últimos dois livros da trama. Já é possível ler o primeiro capítulo de "Midnight Sun", uma futura continuação da série, no site da autora. A trama será contada a partir do ponto de vista de Edward.

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CREPÚSCULO
Autor: Stephenie Meyer
Editora Intrínseca
390 páginas
R$ 39,90

Mais notícias sobre "Crepúsculo", retiradas do site da UOL

18/12/2008 – 11h40

Sabia que Edward de "Crepúsculo" também é músico? Veja 21 curiosidades sobre o filme

HELOÍSA DALL´ANTONIA
Da Redação

A saga da humana Bella e de seu amor pelo vampiro Edward Cullen já conquistou milhões de fãs pelo mundo. Isso pode ser traduzido nas mais de 350 páginas de fãs dedicadas a saga de Stephenie Meyer na Internet.
Conheça abaixo algumas curiosidades da trama, dos livros e do filme que estréia esta sexta-feira (19) no Brasil.

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Capa de "Lua Nova", 2º livro que compõe série "Twilight"

Quatro são os livros que compõem a série "Twilight", protagonizada por Bella Swanson. O primeiro é "Crepúsculo", o segundo, "Lua Nova", o terceiro "Eclipse" e o quarto "Breaking Down" (ambos ainda sem tradução em português).

Os quatro livros juntos já venderam mais de 17 milhões de cópias mundo a fora. Os direitos de tradução da obra já estão em 37 países, incluindo o Brasil. 

Nas primeiras 24 horas em que "Breaking Down" ficou à venda, mais de 1,3 milhões de livros foram vendidos.

"Midnight Sun" é o novo livro da autora Stephanie Meyer. A trama é basicamente a mesma de "Crepúsculo", porém, sob o ponto de vista do vampiro Edward Cullen.

Alguns aspectos da vida de Bella foram inspirados na vida da própria autora. Meyer também teve de mudar de escola na época do colegial.

O orçamento do filme "Crepúsculo" foi de aproximadamente 35 milhões de dólares. Só em sua estréia, a produção arrecadou o dobro deste valor.

Stephenie Meyer faz uma ponta em "Crepúsculo". A autora dos livros aparece quando Bella chega a um restaurante para almoçar com seu pai. Meyer aparece pedindo um sanduíche, digitando em um laptop.

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Robert Pattinson, o vampiro Edward, também é músico

Robert Pattinson (Edward Cullen), Jackson Rathbone (Jasper Hale) e Michael Welch (Mike Newton) também são músicos.

Robert Pattinson já participou de outro grande sucesso baseado em livros. O ator foi Cedric Diggory em "Harry Potter e o Cálice de Fogo".

Além de tocar piano em uma das cenas de "Crepúsculo", Robert Pattinson gravou uma música para a trama: "Never Think".

Stephenie Meyer foi eleita pela revista "Entertainment Week" uma das Entertainers of the Year (uma das animadoras do ano, em tradução livre).

Na segunda semana de novembro, a trilha sonora do filme foi o disco mais vendido segundo a "Billboard". O feito é notável porque o filme ainda não havia sido lançado nos cinemas na época. Ouça aqui a trilha do filme.

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Trilha sonora de "Crepúsculo" entrou em lista de "Billboard" antes da estréia do filme

Centenas de fãs esperaram desde a noite do dia anterior para entrarem no auditório que abrigaria a conferência de "Twilight", com membros do elenco, a diretora do filme e a autora da obra.

Para Meyer, a maçã na capa do primeiro livro da série, mais do que "fruto proibido" representa "escolha".

O primeiro nome pensado por Meyer para dar título ao livro inicial da série foi "Forks", a cidade em que se passa a trama.

A diretora Catherine Hardwicke não estará na adaptação para o cinema do segundo livro da série, "Lua Nova". Em seu lugar, a Summit Entertainment, responsável pela adaptação, chamou Chris Weitz, diretor de "Um Grande Garoto".

Na lista de livros preferidos de Stephenie Meyer estão "Orgulho e Preconceito", de Jane Austen, "Romeu e Julieta", de Shakespeare, "Morte no Nilo", de Agatha Christie, "O Sol é Para Todos", de Harper Lee e até "As Crônicas de Nárnia", de C.S. Lewis.

A adaptação de "Lua Nova" deve estar pronta entre o final de 2009 e o início de 2010.

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Kristen Stewart usou lentes de contato para viver Bella

Uma das razões pelas quais os carros presentes na trama de "Crepúsculo" são tão bem detalhados é a obsessão dos irmãos de Stephenie Meyer por automóveis.

Mais de cinco mil atores fizeram teste para o papel de Edward Cullen.

Kristen Stewart, a Bella, tem olhos verdes. Ela usou lentes de contato para ficar com a cor dos olhos da personagem, castanhos.

Novo filme de Will Smith - Sete vidas

19/12/2008 - 16h03

Will Smith e o diretor italiano Gabriele Muccino tentarão repetir o sucesso que colheram em "À Procura da Felicidade" com "Sete Vidas", um drama que estréia amanhã nos EUA rodeado de absoluto segredo.
Os estúdios Sony/Columbia optaram por guardar a sete chaves o filme, da qual se passaram muito poucas informações prévias para críticos e imprensa, a fim de evitar vazamentos sobre a complexa trama que, segundo um comentarista da revista "Variety", procura impressionar o público, como ocorreu com "O Sexto Sentido".

"Acho que não é um filme fácil para as pessoas, mas é o estilo do diretor, que faz filmes que exigem do espectador que se esforce um pouco".
"Trata-se de descobrir que é o que está passando, a recompensa que se obtém do filme não se parece em nada a qualquer coisa que eu tenha feito antes", disse Will Smith.
O filme é um longo "flashback" que se remonta até a primeira cena, uma ligação telefônica no qual o personagem de Smith anuncia à polícia seu suicídio.
"O roteiro foi diferente de tudo o que tinha feito e foi a maior experiência emocional que tive lendo um roteiro. Há muitas idéias, conceitos e é o tipo de cinema que pensei que tinha que fazer agora", explicou o protagonista de "Hancock".
Ben Thomas (Smith) é um homem perseguido por um segredo, que procura conseguir sua redenção ao trocar a vida com sete estranhos que precisam de ajuda, um plano que termina por superá-lo quando se apaixona pela personagem interpretado pela atriz Rosario Dawson.
"As pessoas vão se sentir muito impressionadas pelas emoções que transmite o filme, a perda, a redenção, o sacrifício, há muitas coisas bonitas. O que sustenta tudo é a humanidade dos personagens. Espero que os espectadores pensem em ser pessoas melhores e mais compassivas ao terminar de ver o filme", afirmou Dawson.
"Espero que experimentem algo que tenha repercussão em suas vidas", acrescentou Smith.

A dupla Muccino-Smith, que rendeu ao ator sua segunda nomeação a um Oscar por "À Procura da Felicidade" (2006) - a primeira foi "Ali" (2002) - apostou em reeditar a fórmula da fábula existencial em vista do sucesso alcançado pela anterior.
No entanto, "Sete Vidas" teve uma fria recepção prévia e ficou até o momento fora de todas as cndidaturas de prêmios que concede anualmente Hollywood, incluindo o Globo de Ouro.